S O B R E A B A N D A

O R I G E M

São Paulo, Brasil

 

G Ê N E R O S

música celta / irlandesa

folk psicodélico

 

A N O

2017 - presente

B A N D A S I N F L U E N T E S

Oran, Flook, Lúnasa,

KANThe Gloaming, Elephant Sessions

Pink Floyd, Jethro Tull, Zac Zinger

G Ê N E R O S I N F L U E N T E S

Irish trad, native american,

choro, rock psicodélico,

jazz, vaporwave

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A Harmundi é a nova geração de filhos da música celta contemporânea, que vem temperando temas tradicionais irlandeses com improvisos psicodélicos, sabores do choro e do jazz e pitadas de folk do mundo todo. A música que resulta disso é moderna, desafia estereótipos e muitas vezes é criada no próprio palco, para nunca mais ser repetida da mesma forma – o que torna cada apresentação uma experiência absolutamente única.

 

A banda surgiu 2017 com um grupo de jovens que, cansados do estresse paulistano e da falta de significados da vida pós-moderna, reuniam-se semanalmente para tocar música irlandesa e, em cima disso, criar um som único e uma banda que fosse maior do que todos juntos. O amor e dedicação que investiram nisso significou que, desde 2019, a Harmundi cresce exponencialmente, despontando com um dos shows mais inovadores da cena folk e alternativa brasileira, e ganhando palcos na noite do centro de São Paulo e de cidades próximas como Guarulhos e Campinas.

 

Acreditamos que um show tem que ser uma experiência sensorial completa. Por isso estamos sempre investindo e elaborando uma coleção de luzes próprias, que deixam um inegável sabor psicodélico no som.

Harmundi começa onde terminam as palavras, expressando sensações e emoções que não poderiam ser ditas de outra maneira se não com a música.

foto: Leonardo Ramos

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P A U L A C A M A C H O

violão, flauta boehm, vocal

PROFISSÃO

musicista, cientista

INFLUÊNCIAS

clássico, choro


OUTRAS CARACTERÍSTICAS
tocou em mais bandas e orquestras do que conseguimos lembrar; primeira mulher a tocar violão DADGAD no Brasil; acredita que todos podem aprender música

F E L I P E T U P Ã

bandolim, banjo,

técnico de som

PROFISSÃO

editor de vídeo

INFLUÊNCIAS

rock'n'roll, jazz fusion, folk, blues, prog, funk soul

OUTRAS CARACTERÍSTICAS

grande guitarrista, operador e editor de som auto-didata, curte rock dos anos 70

foto: Thadeu Farias

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foto: Marina Telles

T H O M A S M O U R Ã O

tin whistle, low whistle

PROFISSÃO

digital product designer

INFLÊNCIAS

medieval, orquestral, psicodélica, funk soul

OUTRAS CARACTERÍSTICAS
nos influenciou a improvisar, criou nosso logo e conceito visual. Sempre de boa.

L E O N A R D O R A M O S

 

Irish flute, flauta boehm, vocal, tin whistle, ocarina,

produtor, designer de iluminação, marketing, visuais, redator

PROFISSÃO

fotógrafo, cineasta, comunicador de ciências


INFLUÊNCIAS

clássico, rock'n'roll, synthwave, jazz, native American

OUTRAS CARACTERÍSTICAS

onironauta, morou na Nova Zelândia, fez trabalhos para a National Geographic

foto: Thadeu Farias

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M Í D I A
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D I S C O G R A F I A
WHALE SESSIONS
2019 - gravação
2021 - lançamento

Uma escapada da cidade, um microfone, horas de improvisação livre.

Trata-se aqui de um LP-digital-duplo que gravamos no tradicional estilo das primeiras bandas de música psicodélica, algumas das quais foram importantes inspirações para desenvolvelmos o nosso som. Bandas como a do Mestre Syd Barrett e seus Floyds.

Este é um experimento e uma demonstração prática do que faz uma vida de estresses à nossa liberdade interior, nossa saúde mental e nossa criatividade. Antes de gravarmos qualquer um dos nossos álbuns anteriores, nos primórdios de 2019, nós fizemos um retiro da nossa cidade de Sumpaulo e passamos alguns dias na praia. Sem estresse, sem trabalho, sem internet, sem redes sociais... acompanhados tão-somente um pelo outro, pela natureza, e pela Brisa. E lá tocamos as poucas tunes irlandesas que conhecíamos, esticadas por horas de improvisos.

Desde então, a banda embarcou em uma empreitada profissional e nós aperfeiçoamos cada vez mais as nossas performances de palco, nossas práticas de improviso, nossa identidade e nossa técnica musical. Mas alguns dos nossos momentos mais inspirados ainda estão contidos nesta singela seleção de experimentos primitivos.

Aprendemos, pois, com este album, o valor que paz e saúde mental têm para TODOS – e que a criatividade, antes tida por uma habilidade exclusiva dos que se intitulam artistas profissionais, é, na verdade, o fantástico produto que surge quando somos mestres da nossa própria consciência.

2019 e 2020 (O Ano Do Covid) foram nossos anos de estréia, cheios de crescimentos e lufadas de criatividade... mas eles também nos colocaram face-a-face com a maldição da ansiedade e depressão, com grandes estresses e desavenças – questões que muitas vezes já separaram e implodiram tantas bandas que admiramos. Aprendemos essa lição com os nossos antepassados, e nos propusemos a não nos deixar levar pelas mesmas aflições. Nos aprofundamos em estudos da criatividade e da saúde mental, para começar um caminho de cura pela criatividade... e, finalmente, demos adeus ao nosso amado País Tropical.

Mas antes de seguir viagem em direção a novas descobertas, aprendizados e experiências, olhamos para trás uma última vez e sentimos orgulho do nosso berço, que foi o que nos criou um pouquinho diferentes de todas as brilhantes bandas de música Irlandesa que existem pelo mundo.

Nós seguimos a brisa.

Este álbum foi inteiramente gravado com um único microfone estéreo.

Ele foi mixado e masterizado pelo músico tunisiano Mustapha Denguezly, que também divide a banda de rock psicodélico Avdey com o nosso flautista Leo.

A arte da capa foi pintada pela nossa ex-bodhráni, Amanda Pinheiro, que recentemente saiu da banda para seguir a sua própria brisa.

THE LAST CORVO
2020

No início de 2019, em uma madrugada de quinta-feira, pegamos o último vagão do metrô, voltando de uma das saudosas Irish sessions do Deep Bar 611. A empolgação era tal que cinco horas de música no pub não haviam sido o suficiente, e tiramos nossos instrumentos para continuar a tocar no vagão quase vazio. Eis que, embebidos em música e desnorteados pelo cansaço etílico da noite, fomos surpreendidos por um homem que nos entregou o cartão de um bar que acabara de abrir na Santa Cecília, coração da vida noturna alternativa da capital cultura brasileira: a chuvosa cidade de Sumpaulo.

Chamava-se O Corvo o bar que inspirava-se no escritor Edgar Allan Poe e buscava bandas com sons originais para animar suas noites e fazer jus aos melhores hambúrgueres já fritos em uma chapa paulistana. O contato nos rendeu shows semanais às quartas feiras, que depois foram movidos para as sextas.

O Corvo virou nossa casa, nosso Whiskey A Go Go, nosso The Carvern, e lá crescemos, amadurecemos, gravamos nosso primeiro álbum ao vivo e mostramos o nosso trabalho para família, amigos antigos e novos, para a juventude alternativa paulistana, tivemos a honra de dividir o palco com alguns estimados colegas músicos – e comemos memoráveis hambúrgueres.

O sucesso d'O Corvo foi notável, tanto por sua culinária, quanto pelo crescente público, pelo ambiente aconchegante, pela localização privilegiada, e, claro, pelas bandas genuinamente originais que lá se apresentavam. No fim de 2019, os donos já anunciavam um plano de expansão que nos enchia de empolgação.

 

Infelizmente, O Corvo não sobreviveu à Pandemia do Covid-19, e foi obrigado a fechar suas portas. Em memória da nossa finada casa, lançamos este EP que reúne algumas pérolas que tocamos ao vivo na última vez em que plugamos nossos cabos e suamos nossas camisas em solo côrvico – sem saber que seria a última. Temos aqui valiosas brisas que tocamos de improviso em pleno palco, algumas recorrências já conhecidas dos nossos seguidores e participações especiais especialíssimas dos amigos Nataly Macias e Adriano Martorelli, que, tão gentilmente, se juntaram a nós no Último Corvo.

O Corvo está morto – vida longa ao Corvo!

A arte da capa é do nosso flautista Leo, sobre uma foto do Thadeu Farias, tirada n'O Corvo.

UM ORVALHO BOREAL
2020
Nosso primeiro álbum de estúdio deveria ter sido lançado nos primórdios de 2019, quando começamos a tocar profissionalmente. Um problema técnico nos forçou a regravar boa parte das faixas, o que nos deu tempo para amadurecer as músicas e finalizá-las com um capricho a mais.
Produzido, gravado, mixado e finalizado de forma 100% independente, Um Orvalho Boreal é o retrato da fase Brasileira da banda – que está de mudança para Galway, na Irlanda. Estes foram nossos primeiros sets, nossas primeiras aventuras na música Irlandesa e nossas primeiras experimentações psicodélicas.
Em seu lançamento, a faixa Morning Chicken ganhou um clipe exclusivo, que foi exibido no Festival Celta Brasil 2020, o mais tradicional festival de música e cultura celta do Brasil.
A arte da capa é do Thomas Mourão, nosso whistler e designer.
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2019: A BREEZE ODYSSEY
2019
Uma compilação dos melhores momentos ao vivo no primeiro ano de shows da Harmundi, em São Paulo, Brasil.
Muitas dessas faixas foram tocadas uma única vez, de improviso no palco, para nunca mais serem ouvidas – exceto, claro, neste álbum. Elas são o que fazem nossos shows serem, cada um, uma experiência singular.
Em seu lançamento, algumas faixas deste álbum foram transmitidas pelo Irish & Celtic Music Podcast, um dos podcasts mais ouvidos na Apple Podcasts, três vezes vencedor do Best Podsafe Music Podcast, do Podcast Awards.
A arte da capa é do Leonardo Ramos, nosso flautista, vocalista e diretor de iluminação.
 
C O N T A T O

L E O N A R D O  R A M O S

1 1 - 9 9 4 5 6 7 4 4 3

P A U L A  C A M A C H O

1 1 - 9 4 9 0 2 4 7 2 9

E M A I L

harmundicelta@gmail.com

Muito obrigado pelo seu contato! Responderemos assim que possível.